sábado, 28 de fevereiro de 2009

A Polêmica que choca


Será que os anúncios chocantes como aqueles estampados nos maços de cigarros são eficazes ou passam desapercebidos pelos assíduos fumantes. Essa ainda é uma questão muito polemica, que não atinge apenas os consumidores de cigarros mais os de bebidas alcoólicas e outras drogas proibidas também estão no ranking.
O que mais se vê na televisão são as grandes marcas querendo vender e fazendo uma boa propaganda de seu produto. Mais para os produtores de cigarro, por exemplo, qual será a vantagem publicarem no seu produto uma mensagem contra ele?
Na verdade para eles não a nenhuma vantagem, afinal, não ganham nada com esse anúncio, já que é uma exigência do Ministério da Saúde. Mas também não perdem muito, são pouquíssimos os fumantes que se abalam com as mensagens alertando para o uso do cigarro e deixam de consumir.
Realmente o termo “anúncios chocantes” cumpre o seu papel de “chocantes” e na verdade eles deveriam servir como um alerta ou conscientizadores do produto que esta sendo consumido e que é prejudicial à saúde do homem.
Mais do que um papel de anúncio, essas propagandas são uma forma de reeducar a sociedade para que se torne menos ignorante e que passem essa consciência para os seus filhos.
Mas o papel de reeducar é muito difícil, é muito difícil você conscientizar o pai de família que sai todo sábado para o seu futebol e que na volta para no bar para beber umas cervejas, que ele não pode fazer isso, pois será prejudicial para ele e para as outras pessoas.
Ai nasce às propagandas chocantes que acabam atingindo os inocentes na história, como crianças que não sabem ainda o mal que o cigarro causa. Essas crianças acabam se chocando com as fotos de cenas de pessoas sem pernas ou de um bebe deformado.
O público alvo que deveria ser atingido, nem se quer vira o maço do cigarro para ver o anúncio, ou seja, propagandas chocantes ao meu ver, não inibem quem já é viciado.
O ideal seria não fazer propagandas de tais produtos, deveria existir uma lei que vetasse propaganda de cerveja e cigarro na rede de televisão. No caso das drogas ilícitas deveriam ser feitas campanhas não contra o uso de tais drogas e sim contra a prevenção do uso. Para se atingir quem já usa é preciso mostrar que não é necessário experimentar para ter a consciência e sim ter a consciência antes de usar.
Tudo é uma questão de saber abordar claro que será praticamente impossível recuperar todos os cidadãos consumidores de cigarro, mas pelo menos o papel de meio de comunicação que influencia a sociedade estará sendo exercido.
Mais do que mídia o anúncio é o meio de comunicação e educação entre o meio e o cidadão, sendo influenciável ou não o anuncio é o que o cidadão assiste e acredita.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Anúncio que choca


É bem verdade que tais anúncios chocam, mas no exemplo que foi citado (em relação ao cigarro), por mais que o Departamento de Saúde diga que a campanha foi “altamente efetiva”, não conhecemos ninguém que tenha deixado seu vício por conta das fotos estampadas em seus maços.
Quando se pensa em uma campanha publicitária, existe um público alvo, porém não se deve esquecer que outras pessoas também irão ver tal anúncio e podem se chocar com algo que não é voltado a elas.
Claro que quando se fala em saúde publica o investimento e atenção tem que ser dobrados, afim de que se obtenha o melhor resultado possível, mas anúncios chocantes podem causar uma reação adversa ao que se espera. Ao invés de chocar provocando momentos de reflexão, pode fazer com que as pessoas virem à cara aos problemas apresentados, pois elas não querem ver desgraças, ou imaginar que o vício ou comportamento de alguém próximo possa causar mal, podendo inclusive levá-lo a morte.
Acreditamos que o efeito é melhor quando se faz uso de campanhas educativas e informativas, principalmente abordando crianças e jovens com prevenção, levando em conta o tipo de público que ira vê-la e quais podem ser sua reação.
Pois é, como a Di bem descreveu abaixo eu havia feito um post mó dos legal de inauguração, porém não foi possivel mante-lo.
Enfim, eu sou a outra Di e queria agradecer aos nossos colegas (agora blogueiros também) pela ajuda no momento de criação, já que levamos praticamente uma hora para definir nome, endereço e etc para este blog e no fim das contas não saiu como queriamos. Artur, Thiago, Ale, Jack, Oliver e até a prof Ariadne entrou na dança.

Bom, o próximo post nós prometemos (né Di) que será sobre o que realmente interessa... COMUNICAÇÃO COMPARADA E COMUNITÁRIA!!!

Abraços

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O Princípio de Tudo!

Salve! Salve! (hahahahaha, sempre quis dizer essa frase!)


Bom, depois de muitas horas tentando fazer o blog, enfim, eu(Di) e Di conseguimos concretizá-lo! Esse é apenas um post para inauguração do blog, afinal a Di tinha feito o post, mas por problemas técnicos, não conseguimos salvá-los e eu não sei o que ela tinha escrito.

Por hora é só! Foi um post bobo! Aguardem os próximos =)