
Será que os anúncios chocantes como aqueles estampados nos maços de cigarros são eficazes ou passam desapercebidos pelos assíduos fumantes. Essa ainda é uma questão muito polemica, que não atinge apenas os consumidores de cigarros mais os de bebidas alcoólicas e outras drogas proibidas também estão no ranking.
O que mais se vê na televisão são as grandes marcas querendo vender e fazendo uma boa propaganda de seu produto. Mais para os produtores de cigarro, por exemplo, qual será a vantagem publicarem no seu produto uma mensagem contra ele?
Na verdade para eles não a nenhuma vantagem, afinal, não ganham nada com esse anúncio, já que é uma exigência do Ministério da Saúde. Mas também não perdem muito, são pouquíssimos os fumantes que se abalam com as mensagens alertando para o uso do cigarro e deixam de consumir.
Realmente o termo “anúncios chocantes” cumpre o seu papel de “chocantes” e na verdade eles deveriam servir como um alerta ou conscientizadores do produto que esta sendo consumido e que é prejudicial à saúde do homem.
Mais do que um papel de anúncio, essas propagandas são uma forma de reeducar a sociedade para que se torne menos ignorante e que passem essa consciência para os seus filhos.
Mas o papel de reeducar é muito difícil, é muito difícil você conscientizar o pai de família que sai todo sábado para o seu futebol e que na volta para no bar para beber umas cervejas, que ele não pode fazer isso, pois será prejudicial para ele e para as outras pessoas.
Ai nasce às propagandas chocantes que acabam atingindo os inocentes na história, como crianças que não sabem ainda o mal que o cigarro causa. Essas crianças acabam se chocando com as fotos de cenas de pessoas sem pernas ou de um bebe deformado.
O público alvo que deveria ser atingido, nem se quer vira o maço do cigarro para ver o anúncio, ou seja, propagandas chocantes ao meu ver, não inibem quem já é viciado.
O ideal seria não fazer propagandas de tais produtos, deveria existir uma lei que vetasse propaganda de cerveja e cigarro na rede de televisão. No caso das drogas ilícitas deveriam ser feitas campanhas não contra o uso de tais drogas e sim contra a prevenção do uso. Para se atingir quem já usa é preciso mostrar que não é necessário experimentar para ter a consciência e sim ter a consciência antes de usar.
Tudo é uma questão de saber abordar claro que será praticamente impossível recuperar todos os cidadãos consumidores de cigarro, mas pelo menos o papel de meio de comunicação que influencia a sociedade estará sendo exercido.
Mais do que mídia o anúncio é o meio de comunicação e educação entre o meio e o cidadão, sendo influenciável ou não o anuncio é o que o cidadão assiste e acredita.
O que mais se vê na televisão são as grandes marcas querendo vender e fazendo uma boa propaganda de seu produto. Mais para os produtores de cigarro, por exemplo, qual será a vantagem publicarem no seu produto uma mensagem contra ele?
Na verdade para eles não a nenhuma vantagem, afinal, não ganham nada com esse anúncio, já que é uma exigência do Ministério da Saúde. Mas também não perdem muito, são pouquíssimos os fumantes que se abalam com as mensagens alertando para o uso do cigarro e deixam de consumir.
Realmente o termo “anúncios chocantes” cumpre o seu papel de “chocantes” e na verdade eles deveriam servir como um alerta ou conscientizadores do produto que esta sendo consumido e que é prejudicial à saúde do homem.
Mais do que um papel de anúncio, essas propagandas são uma forma de reeducar a sociedade para que se torne menos ignorante e que passem essa consciência para os seus filhos.
Mas o papel de reeducar é muito difícil, é muito difícil você conscientizar o pai de família que sai todo sábado para o seu futebol e que na volta para no bar para beber umas cervejas, que ele não pode fazer isso, pois será prejudicial para ele e para as outras pessoas.
Ai nasce às propagandas chocantes que acabam atingindo os inocentes na história, como crianças que não sabem ainda o mal que o cigarro causa. Essas crianças acabam se chocando com as fotos de cenas de pessoas sem pernas ou de um bebe deformado.
O público alvo que deveria ser atingido, nem se quer vira o maço do cigarro para ver o anúncio, ou seja, propagandas chocantes ao meu ver, não inibem quem já é viciado.
O ideal seria não fazer propagandas de tais produtos, deveria existir uma lei que vetasse propaganda de cerveja e cigarro na rede de televisão. No caso das drogas ilícitas deveriam ser feitas campanhas não contra o uso de tais drogas e sim contra a prevenção do uso. Para se atingir quem já usa é preciso mostrar que não é necessário experimentar para ter a consciência e sim ter a consciência antes de usar.
Tudo é uma questão de saber abordar claro que será praticamente impossível recuperar todos os cidadãos consumidores de cigarro, mas pelo menos o papel de meio de comunicação que influencia a sociedade estará sendo exercido.
Mais do que mídia o anúncio é o meio de comunicação e educação entre o meio e o cidadão, sendo influenciável ou não o anuncio é o que o cidadão assiste e acredita.

